1b867f9dcbc59a74681e33851964f204Às vezes, o que mexe com o nosso coração, seja para alegrá-lo ou seja para entristecê-lo, pode parecer besteira aos olhos de outras pessoas… Afinal, cada pessoa tem o seu significado, as suas expectativas, a sua particularidade. E que bom que seja assim, imagine se todos valorizassem as mesmas coisas, pensassem do mesmo jeito, vivessem todos da mesma maneira? Onde estaria o diferencial?

Outro dia, fiquei com o coração um pouco desanimado, alguém chegou para mim e apontou-me (indiretamente) como não merecedora de tal graça (que eu enxergo como graça, não sei como ela vê), e eu que não esperava tal colocação, entristeci-me e, em silêncio, ouvi tudo, mas não disse nada, afinal, quem sou eu para julgar-me merecedora ou não de certas coisas…? Cada um tem suas convicções, se ela acha que não, então aos olhos dela realmente não devo ser…

Refletindo sobre a conversa com essa pessoa, lembrei que outro dia escrevi sobre a medida que cabe a cada um de nós: de carinho, de afeto, de atenção,etc e etc.( ver link: https://derepenteeuvejo.wordpress.com/2014/05/02/medida-certa/ )  E eu penso em ter apenas a medida que me cabe mesmo. Não quero mais, nem menos. E, assim, agradeço a Deus por tudo: pela graça (que me deixa muito feliz), pela crítica (que me faz refletir), pelos diálogos (que mesmo críticos, se conduzidos com amor, servem para unir), pelo caminho…

Que Deus caminhe comigo!

Com carinho,

Adriana Nunes

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