A cada dia, a vida nos oferece um pouquinho de alegria e… um pouquinho de tristeza?

E o que realmente buscamos nessa vida? Não seria a felicidade?

E o que seria felicidade para você?

Não seria algo a ser cultivado a cada dia?

O que fizemos para ser feliz hoje? Qual semente de felicidade já plantei para colher daqui há algum tempo? Terei fruto a colher amanhã? Quanto tempo dá para viver feliz com o fruto de cada colheita…?

A felicidade talvez não seja uma dose única a ser tomada, são doses minúsculas que devem ser cultivadas, colhidas e tomadas diariamente…

Que a felicidade e o amor não nos faltem… Mas se a lágrima precisar cair simplesmente deixe que caia… Ela também faz parte desse processo, ela lava, cura, renova e, muitas vezes escorre para esvaziar a gente por dentro e deixar espaço livre para a felicidade poder entrar.

By, Adriana Nunes

Como regar orquídeas Como regar orquideas ? Orquídeas gostam e precisam de umidade, porém sempre em equilíbrio, e ter isso em mente na hora de regá-las é essencial.  Essa plantinha com fama de frágil é muito famosa por enfeitar casas e jardins, e precisa de muita atenção quanto aos seus cuidados. As flores de orquídeas são

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Todos os que passeiam por aqui sabem que o Amor é um dos meus temas preferidos, e que o falo como quem fala de um ser, na verdade um sentir que é profundo, transformador, divino neste mundo… Como algo que se sente e que por Ele se dá sentido às coisas deste mundo…

Enfim, hoje, li uns escritos sobre esse Amor que achei um dos mais lindos que já li e é de uma profundidade de quem realmente sente, de quem já se rendeu, de quem realmente pode provar e sentir a profundidade desse sentimento.

Assim, trago aqui esses escritos, para todos, como amor que se doa para todos, independente da percepção e acolhimento de sua presença…

“Sinto pois,…, que o Amor me vencerá finalmente; a alma corre o risco de dividir-se do corpo…. Sim, minha alma está ferida de amor …; sou doente de amor; experimento continuamente a dor de amar, aquele ardor que queima e não se consome. Sugeri-me, se autoriza, o remédio para a atual estado de minha alma. Aqui está uma fraca imagem daquilo que (o amor) opera em mim. À maneira que uma torrente arrasta bruscamente na profundidade do mar todos que encontra em seu curso, assim a minha alma é aprofundada no oceano, sem demora, reencontrando o amor …, sem mérito algum meu e sem me dar razão, seduz para dentro de Si todo o Seu tesouro”.

Eu não seria capaz de escrever isso, porque não seria capaz de sentí-lo assim… Mas já fico feliz em poder perceber um pouquinho do sentido desses escritos… Aceito, de bom coração, essa pequena parte de percepção que o amor me reservou…

Que a gente seja sensível a manifestação de amor no mundo que se mostra por todas as partes, na natureza, nas pessoas, no humano e no divino…

Adriana Nunes

Trevo (Tu)
Anavitória
Tu é trevo de quatro folhas
É manhã de Domingo à toa
Conversa rara e boa
Pedaço de sonho que faz meu querer acordar
Pra vida
Ai ai ai
Tu, que tem esse abraço casa
Se decidir bater asa
Me leva contigo pra passear
Eu juro afeto e paz não vão te faltar
Ai ai ai
Ah, eu só quero o leve da vida pra te levar
E o tempo para, ah
É a sorte de levar a hora pra passear
Pra cá e pra lá, pra lá e pra cá
Quando aqui tu ‘tá
Tu é trevo de quatro folhas
É manhã de Domingo à toa
Conversa rara e boa
Pedaço de sonho que faz meu querer acordar
Pra vida
Ai ai ai
Tu, que tem esse abraço casa
Se decidir bater asa
Me leva contigo pra passear
Eu juro afeto e paz não vão te faltar
Ai ai ai
Ah, eu só quero o leve da vida pra te levar
E o tempo para, ah
É a sorte de levar a hora pra passear
Pra cá e pra lá, pra lá e pra cá
Quando aqui tu ‘tá

Tu, que me trazes todas as manhãs um bom dia e que assim ficas em meus pensamentos desde cedo até o meu adormecer… Tu que me fazes tão bem, que me enches de carinho, que me trazes sempre uma surpresa e que corriges sempre o meu português…

Venho te dizer, deixa apenas ser, o meu dengo, o meu chamego, o meu apego… Traga-me pores do sol e sorrisos, conversas e amores, chamegos e calores…!
Deixa vir, o que os céus quis planejar para nós…No tempo que for e do jeito que for…!
Deixa ser… Deixa eu ser… E sejas…
By, Adriana Nunes
De mãos dadas no tempo.

Quem nunca paquerou alguém da escola? Sempre tem aquele menino ou menina que nos encantam os olhos, mas que a gente, na maioria das vezes, não consegue nem conversar! rsrs!

Então, quando eu era adolescente, quinta ou sexta série, não tenho certeza, encantei-me com um menino da oitava série e, é claro que ele me achava uma pirralha!

Várias outras garotas, da faixa etária dele, o rodeava! Talvez ele fosse o garoto popular daquela época!

De cabelos grandes e loiros, óculos de grau, magro e alto, ele não passava desapercebido pelo pátio, logo vários olhares seguiam em sua direção! Mas para mim as coisas foram ficando sérias, não era só olhar, eu queria que “me apresentassem a ele!”. Sim, porque naquela época era assim, tinha uma história de apresentar!

Logo, ele ficou sabendo que aquela pirralha desengonçada (sim, eu me vestia muito mal, roupas largas, e sem jeito!), estava “afim” dele. Que vergonha foi ficar sabendo que ele sabia…!

Certo dia, não teve escapatória, na saída da escola as meninas fizeram com que eu encontra-se com ele no meio da rua, então fizeram a apresentação. Ele abriu-me um sorriso lindo e segurou a minha mão!! Mas eu fiquei muda e trêmula, foi um tremendo vexame! Não falava nada! Só tremia de nervosa!

Depois desse dia, eu não quis saber mais dele, morria de vergonha pelo ocorrido e não queria passar por ele de jeito nenhum! Ainda bem que o ano logo acabou e no ano seguinte ele deveria estudar no turno da noite se continuasse naquela escola.

Nunca mais ouvi falar desse rapaz, ele nem deve se lembrar mais dessas coisas, e eu penso que eu não conseguiria mais reconhecer o rosto dele se passasse por mim. Mas o importante mesmo é que a história ficou, e hoje acho graça em tudo isso.

Um dia eu cheguei também na oitava série… Mas quando cheguei lá foi que percebi que ser pirralha na quinta, sexta ou na oitava série é apenas uma questão de perspectiva…!

Adriana Nunes

creo me tocó una compañera muy lindan

Amor de infância quando acontece já leva o mérito de primeiro amor! É amor puro, inocente, recheado de admiração e imaginação!

Na maioria das vezes, nem é correspondido! É vivido e sonhado apenas por uma das partes…

Lembro do primeiro amor de minha infância… Era amor que só chegava nas férias! Vinha de longe… Passava janeiro inteirinho! E depois ia embora… Durante o ano letivo eu nem lembrava mais dele, mas logo vinham às férias outra vez, e o menino que vinha de longe aparecia para comprar picolé de manga na minha porta e para brincar com as outras crianças na minha rua!

O que se passava na minha cabeça naquela época eu não sei, mas sei que foi o suficiente para tornar aquele menino das férias o primeiro amor de meus pensamentos…!

Que a gente cresça, porque é necessário crescer, mas não deixe se perder de nossas memórias as coisas puras e simples que se passaram em nossa infância…

Adriana Nunes

meninos

Quem nunca… Desejou ser criança outra vez…

O tempo não volta… Mas a gente pode enfeitar o agora… Como criança…

Sabe aquele jogo do contente, onde se vê em tudo um motivo pra ficar feliz…? É difícil demais… Cansei de jogar….

A vida é dura mesmo, como rocha! Às vezes suaviza… com um vento ou outro….
Em que momento as coisas saem do eixo? Quando é que se acorda e vê que as coisas estão fora do lugar?
E por que é que a sociedade vivi cobrando sorrisos? Por acaso não podem os outros sentimentos se expressarem também?
Por dias melhores… Para que os dias difíceis passem rápidos!
Ainda acredito na força do amor divino!
Mas sei também que caminhar nessa terra não é fácil…
Adriana Nunes

A vida vai passando pela gente… como água que avança em alguma direção…

Qual vai ser a sua saída…? Nadar? Se você souber! Mergulhar? Para o mais bravio da onda passar por cima… Sentar-se? Caso ela seja mais rasa, e apenas vê-la passar por você…

Mas você também não deveria ter um caminho a percorrer…? Com ou sem águas rasas ou fundas? Você sabe aonde vai? E importa mesmo ir? Aonde…? Para passar ou para ficar um pouco..?

Se vai ficar ou percorrer seu caminho, tenha pés firmes ou nado bom, se não as águas te levam com ela… Para onde ela quiser te levar…

Viver e sobreviver… Percorrer caminhos… De repente parar… De repente andar… De repente deixar a água te levar para de repente reagir e talvez até se aventurar nadando contra a correnteza…

A vida é sua… A escolha também…!

E existe algo de belo em tudo isso… Mas nem todos conseguem ver…

By, Adriana Nunes

 

Porque, às vezes, nem a gente sabe da gente mesmo…!
Não se quer perder-se de si e se sabe que em algum lugar, lá no fundo, você ainda está lá… com sua força, com seus medos, seus gostos, seus sentimentos, sua essência…!
Para não se perder de si mesmo…
Não se perca de si… Apesar das turbulências, o que é seu há de ficar…
Adriana Nunes
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Desenho: Amanda Oleander
Eu ainda estou aqui
Perdido em mil versões irreais de mim
Estou aqui por trás de todo o caos
Em que a vida se fez
Tenta me reconhecer no temporal
Me espera
Tenta não se acostumar eu volto já
Me espera
Eu que tanto me perdi
Em sãs desilusões ideais de mim
Não me esqueci de quem eu sou
E o quanto devo a você

Tenta não se acostumar eu volto já
Me espera
Mesmo quando eu descuido (me desloco)
Me desmando (perco o foco)
Perco o chão (e perco o ar)
Me reconheço em teu olhar (que é o fio pra me guiar)
De volta, de volta
Eu ainda estou aqui…
Música: Sandy